
Foi pela descoberta, ao tropeçar nas atitudes e preocupações de seres especiais que povoaram a minha juventude (cronológica), que senti a diferença entre alguém e um amigo. Algo especial que aquece o coração e reconforta a alma, nasceu, cresceu, evoluiu e preencheu o meu intimo. Foi na demanda pelo conhecimento, ou melhor entendimento das coisas, que calcorreei a
esmo as
vivências fundadoras que vincularam a minha personalidade, perspectivando a compreensão dos pares.
Actualmente, embrenhado no gentio que flui e
corrompe a minha vida poderei desfrutar da amizade?
Sim, possuo essa riqueza; partilhando, aceitando, ajudando, sorrindo, chorando,...
Afinal a amizade existe...
Joaquim dos Santos Lavado